Políticas Públicas Pra Direitos Dos Animais A toda a hora Foram Tratadas Como Piada Na Câmara,.

20 Feb 2018 23:25
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O presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP), tem em torno de cinquenta projetos sobre políticas públicas pra correto dos animais tramitando pela Câmara dos Deputados. Em entrevista ao R7, Izar ponderou que, apesar das propostas existirem, as "políticas públicas de direitos para animais a toda a hora foram tratadas como uma piada pela Câmara dos Deputados". Desde 2003, ele tenta aprovar projetos que irão desde a construção de um fundo nacional pra cuidar animais até penas mais severas para quem for pego maltratando bichos.Também, o deputado sugere um ministério responsável por animais domésticos e uma lei que torne a zoofilia crime. O debate envolvendo maus-tratos a animais voltou à tona depois da invasão do Instituto Royal, em São Paulo, por manifestantes contrários a testes com animais. Pela ocasião, ativistas resgataram quase 200 cães da raça beagle perante a contestação de que eles eram maltratados enquanto serviam de "cobaias" para testes de remédios.Nessa terça-feira (29), uma audiência pública pela Comissão de Ecossistema e Desenvolvimento Sustentável da Câmara vai conversar os maus-tratos a animais do Instituto Royal. is?C4YCRduramW7fmKWWnVj--fLYLsNz5OVw9rQoRri1kc&height=214 Estão convidados, além do deputado Izar, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, e o coordenador do Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal do ministério, Marcelo Morales. Leia abaixo a entrevista exclusiva com o deputado, que argumentou sobre isso os projetos que tramitam pela Moradia e deu a posição pessoal dele sobre o resgate dos beagles. R7: O senhor tem projetos em defesa dos animais em trâmite pela Câmara dos Deputados há 10 anos. Na sua opinião, por que nenhum saiu do papel até sem demora? Be My Eyes Para que pessoas gosta de cachorros, o coração apresenta um toque todo especial à tattoo de pata de cachorro Risonaide blandino da silva citou: Trinta/01/12 ás vinte e um:Trinta e um treze/01/2011 às 13h34Ricardo Izar: Não há dúvida que as políticas públicas de direitos para animais sempre foram tratadas como uma piada na Moradia. O foco começou a ser tratado de modo mais séria depois da criação da Frente Parlamentar e depois que teve aqueles movimentos "Crueldade nunca mais". Ali que os deputados começaram a espiar pra essa finalidade como anseio da população.De lá pra cá, a gente tem recebido a ajuda de outros parlamentares, não imagino se por pressão popular, se passaram a ganhar mais e-mails. Quanto mais a comunidade ajudar, melhor. is?9Xf3vvGnPu0uj4kZzJygI3bO3a4bk8SZiG72x4jeN9Q&height=211 R7: Do que tratam esses projetos que prontamente tramitam na Moradia? Izar: Temos 50 e poucos projetos pela Residência. Tratam de todos os temas relacionados a animais, começa na cota legislativa.A gente vê muita coisa errada. A gente tem projetos que abrangem Código Civil, por causa de hoje, o Código Civil considera o animal como um objeto e não como um sujeito de certo. Pelo motivo de ele é um ser e não uma coisa. Ele sente, tem alegria, preocupação. Temos projetos pra catalogar zoofilia como crime.A gente proíbe a veiculação e a venda de vídeos pornográficos que tenham animais. R7: Existem recursos específicos para defender os animais? Fundo Nacional dos Diretos dos Animais. A gente esteve uma vez conversando com a presidente Dilma, e ela me argumentou que não tinha recursos para pôr em políticas públicas, tanto como controle de zoonoses, como controle populacional. Então, a gente criou um projeto que cria um fundo nacional onde as pessoas jurídicas que colocarem dinheiro no fundo podem abater do Imposto de Renda, como tem do jovem e do idoso.Bem como colocamos projetos do sistema veterinário gratuito para população de baixa renda e a construção de uma rubrica no Ministério da Saúde para poder mandar recursos aos municípios, através de emenda parlamentar pra castra-móveis. Não existe, no Ministério da Saúde, uma rubrica que a gente possa incentivar a castração de cachorros em municípios. R7: Como o senhor avalia, logo, as políticas públicas pros bichos? Izar: A política pública no Brasil pra animais é zero.É um dos países mais atrasados por este tópico, tem muita coisa para ser feita. Não é só dúvida de testes em animais, tudo está incorreto. Não existe um ministério responsável por animais domésticos, não existe investimento do governo para controle populacional de cães e gatos. Tudo está incorreto e tudo está pela Moradia tramitando há bastante tempo. R7: O senhor acredita que a invasão do Instituto Royal foi respeitável para chamar a atenção para estes casos? É uma pena que tenha tido que sacrificar alguns animais para que as pessoas dessem a atenção que deve ser dada para o tópico. R7: E qual a avaliação pessoal do senhor sobre isso esse capítulo? O senhor acha que não tinha outra forma de chamar a atenção ou poderia ser feito de uma maneira mais pacífica?Já que o ativista da proteção animal é pacífico. Geralmente, são pessoas que têm respeito até a outros tipos de vida, sem ser a humana, sendo assim geralmente são pessoas pacíficas. A crueldade eu tenho certeza que não partiu dos ativistas da causa animal. R7: E sobre a CPI? A gente ouviu comentar na CPI da vivissecção (prática de dissecar um animal vivo pra fazer estudos). Qual é o foco dessa CPI? Izar: A gente vem pedindo, há alguns meses, a criação de uma CPI pra apurar os casos de maus-tratos a animais no Brasil inteiro. Neste instante existem métodos superavançados que substituem. O Brasil infelizmente está muito atrasado.

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